Mãe: ser ou não ser? Bom, eu fui!
Eu não escolhi ser mãe, não planejei, apenas aceitei.
Fiquei grávida sem nenhum planejamento ou desejo e de repente lá estava: aquela mini criatura, a qual seria minha responsabilidade pelo resto da vida.
Isso faz 11 anos.
Já pode se dizer que tenho alguma experiência, certo? Mas a verdade é que caminhamos com esse papel sem ter a menor ideia do que estamos fazendo!
E tá tudo bem! Ninguém sabe!
Quer dizer, um monte de gente vai chegar e falar o que você deve fazer, como deve fazer, o que deve dizer, mas a verdade bem verdadeira é: eles também não fazem ideia!
Criança não vem com manual de instruções, sempre disseram! E é isso!
Seguimos a cega num jogo de videogame sem macetes (lembra deles? No Nintendo tinha vários!).
O que podemos fazer, e devemos de acordo com a psicologia, é estar lá. Presente. Do lado, apoiando, ajudando, amando.
Mas jamais podemos nos esquecer de nós mesmos! Afinal, antes de sermos mães e pais, somos seres humanos, com nossos próprios desejos, sonhos e vontades.
E é sobre isso que falaremos aqui nesse blog sempre: o fato de que ser mãe é realmente somente mais um papel que desempenhamos na vida e que não podemos jamais esquecer dos outros papéis que nos formam como ser humano completo, principalmente o mais importante de todos: o ser quem você é!
Não deixe de acompanhar nossa evolução como mães!
Mas lembre-se: aqui é só minha visão e minha experiência! A sua não é nem deve ser igual, afinal somos cada um indivíduos diferentes e maravilhosos!
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